Sem a bolsa, Al-Aboud disse que teria sido forçada a regressar à Síria e perderia totalmente o acesso à educação.
Fatima Al-Aboud (à esquerda) fez história ao se tornar a primeira menina síria a receber uma bolsa de estudos na Westminster School, em Connecticut. Fonte: Notícias SBS
Agora, ela persegue o sonho de se tornar psicóloga, uma luta que ela diz ser para todas as meninas como ela.
Embora existam caminhos para a escolaridade na Jordânia, inúmeras famílias refugiadas estão a lutar para que os seus filhos voltem à sala de aula. De acordo com a UNICEF, mais de 40 por cento das crianças refugiadas sírias com idades entre os 12 e os 15 anos na Jordânia abandonam a escola, uma estatística que a Squash Dreamers está a tentar mudar.
Essa comunidade também se estende além das meninas.

A CEO do Squash Dreamers, Daisy Van Leeuwen-Hill, disse que os designers do programa tentam ouvir as necessidades da comunidade. Fonte: Notícias SBS
A refugiada síria Shadia Ammar trabalha no Squash Dreamers, cozinhando para as 90 meninas que atualmente fazem parte do programa. Ela disse que não é apenas uma funcionária, mas uma rede de apoio vital.
Desde a queda de Bashar al-Assad, mais de 50 mil refugiados sírios já regressaram voluntariamente da Jordânia para a Síria e muitos mais estão a considerar fazer a mesma viagem.