Grand Slam Track, a competição apoiada pelo grande olímpico Michael Johnson, foi instada a pagar dívidas aos atletas que competiram no ano passado ou corre o risco de estabelecer um “precedente perigoso”.
A primeira temporada prometia prêmios em dinheiro e salários lucrativos para os corredores contratados, mas o evento final foi cancelado porque os organizadores mais tarde entraram com pedido de falência voluntária nos EUA.
A mudança deixou de fora muitos grandes nomes, incluindo a recordista mundial feminina dos 400m com barreiras, Sydney McLaughlin-Levrone, a quem ainda devem US$ 268.750 (£ 196.000).
A Associação de Gestores de Atletismo (AAM), que representa uma série de estrelas, diz que a GST agora ameaça minar a confiança no esporte, já que solicitou US$ 400 mil (£ 292 mil) como parte de sua reorganização supervisionada pelo tribunal para pagar o “recrutamento de atletas” para a temporada de 2026.
A AAM apela à GST para “priorizar imediatamente” o pagamento de todas as dívidas pendentes – que alega totalizarem mais de 30 milhões de dólares (11,8 milhões de libras) devidas a mais de 150 atletas e empresas – “antes de tentar organizar eventos adicionais”.
A BBC abordou o GST para comentar.
Num comunicado no mês passado, afirmou que utilizaria o processo de falência “para estabilizar as suas finanças, implementar um modelo de negócios e custos mais eficiente e posicionar a GST para o sucesso a longo prazo”.