As enormes barreiras de gruas que retomaram os trabalhos na via de Adamuz a partir do início da manhã deste sábado desobstruíram as pistas esta tarde, retirando os restos do comboio danificado Alvia (Madrid-Helva), que estava quase fragmentado … e virou sucata no momento em que os últimos vagões do descarrilado Iryo já saíam de Adamuz.
As obras de desmantelamento dos trens, nos quais 45 pessoas morreram e mais de uma centena ficaram feridas no último domingo, começaram em ritmo acelerado na terça-feira. observou a investigação juiz encarregado do serviço forense da Guarda Civil.
A operação de evacuação dos comboios do local do acidente ferroviário de Adamuz acelerou na passada quarta-feira, apesar das fortes chuvas que transformaram a zona… Alta velocidade na lama. Nos últimos três dias foram realizados trabalhos para recuperar as carruagens e materiais do acidente de domingo, depois de a polícia forense ter recolhido todas as provas e detalhes fundamentais da investigação.
Os primeiros trabalhos centraram-se na retirada da cabeça de Irio, que ia de Málaga a Madrid e que inicialmente descarrilou. Ao mesmo tempo eles começaram a cortar Carros Alvia que viajou da capital espanhola para Huelva e ocupou a maior parte devido ao número de vítimas, que coincidiu com o aparecimento dos dois últimos corpos na mesma quarta-feira.
Guindastes retiraram sucata de Alvia que ainda permanecia nas vias expressas de Adamuz
Da mesma forma, no mesmo sábado, a ABC confirmou como o “carrinho” do oitavo vagão do trem Iryo, já localizado pela Guarda Civil, foi retirado em um guindaste por meio de sulcos visíveis nas rodas conforme afirma o primeiro relatório preliminar da Comissão de Investigação de Acidentes Ferroviários (CIAF), isso pode ter sido causado por um trilho quebrado.
Essa peça, pesando cerca de dez toneladas, foi disparada após o acidente, caindo a cerca de 250 metros do local do acidente no riacho Tamajosillo, que passa por baixo dos trilhos da área.