Na manhã do último sábado Os EUA entraram na Venezuela e detiveram Nicolás Maduro. Desde então, os cidadãos têm enfrentado escassez de suprimentos básicos, como água ou alimentos, supermercados foram destruídos e as fronteiras foram fechadas.
Esta segunda-feira Programa Ana Rosa contatou Irene Mejias ao vivo, jornalista da Venezuelaque explicou como está sendo vivida esta situação neste país latino-americano.
“Comer muita incertezaé assim que é em Caracas. Na verdade, desde o momento das explosões, às 2 da manhã daquele sábado, as pessoas ainda estavam Eles não percebem bem o que está acontecendotudo o que aconteceu nas horas seguintes”, explicou o convidado.
Da mesma forma, Mejias acrescentou: “Nessa altura, esta segunda-feira, 5 de janeiro, é um dia que também celebra o início do ano legislativo no país. Tradicionalmente, a Assembleia Nacional recomeça sempre no dia 5 de janeiro, e este ano é uma Assembleia Nacional em que, além do chavismo, como nos habituámos nos últimos cinco anos, estão presentes vários factores uma oposição que alguns chamam de esgotada ou que se aliou a certos aspectos do regime.
Por fim, o jornalista explicou como se sentem agora os cidadãos venezuelanos: “Há uma calma tensa, muita gente ficou em casa justamente por isso. medo dos chamados grupos parapoliciais que foram armados pelo regime de Nicolas Maduro e até mesmo o regime do próprio Hugo Chávez ao longo dos anos. São praticamente os únicos que se sentem à vontade nas ruas; o resto da população permanece em suas casas e só saía para fazer essas compras nos supermercados para ter certos produtos ou certas coisas que poderiam ser necessárias nos próximos dias, dependendo do andamento da situação.”