fevereiro 9, 2026
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Há um ano, Angel Escribano era o homem do governo. A sua promoção ao cargo de presidente executivo da Indra foi acertada em Moncloa, patrocinada por Manuel de la Rocha e realizada com a aprovação da SEPI, que controla 28% da empresa. O objectivo era criar um “campeão nacional” na defesa, um conglomerado nacional protegido das grandes corporações multinacionais. A operação inspirada na intervenção ignorou a ortodoxia da boa governação em favor do controlo político. Mas Escribano tinha planos próprios. Depois de uma tentativa fracassada de adquirir a Santa Bárbara, subsidiária espanhola da General Dynamics, ele lançou uma operação ainda mais polêmica: a compra pela Indra da empresa familiar EM&E…. Leia mais

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