“Absoluta bobagem.” Assim avaliou este domingo o presidente da Junta e do Partido Popular de Castela e Leão: Alfonso Fernández Manuecoproposta de reforma do modelo de financiamento regional proposto pelo governo de Pedro Sánchez após … acordo com o Partido da Esquerda Republicana da Catalunha (ERC) e que na reunião do Conselho de Política Fiscal e Financeira (CPFF) da passada quarta-feira apenas conseguiu o apoio da comunidade catalã. “Isto é um insulto absoluto ao povo de Castela e Leão”, Veio de Saragoça, onde participou e assinou a Declaração junto com os restantes presidentes populares, falando em conjunto contra este modelo que “foi imposto por Junqueras – em relação ao líder do ERC Oriol Junqueras”. “Isto é um insulto à educação, à saúde, à habitação pública, aos cuidados aos idosos e às universidades públicas”, acrescentou Manueco, alertando que se esta reforma for concluída, ““Causarão grandes danos a Castela e Leão e aos serviços públicos do nosso país”.
E, esclareceu o chefe do comité executivo regional, “a questão não é que haja mais ou menos dinheiro, quem recebe mais, quem recebe menos. A questão é que isto é financiamento – justo, igual, para que todos recebamos dinheiro suficientee poder desenvolver nossas políticas públicas.
Ao mesmo tempo, enfatizou que “o que é de todos deve ser objeto de negociações entre todos”. “Não entre Sanchez e Junqueras”, tendo “chantageado” pelo líder independentista, ecoou o barão popular, que neste sentido argumentou que “todas as comunidades governadas pelo PP defendem os interesses de Espanha”. Prova disso, disse, é a Declaração assinada na capital Aragão, que, na sua opinião, “demonstra que estamos empenhados no diálogo e que, através do rigor, podemos chegar a posições de consenso”. “Mostramos issoO Partido Popular é o único que pensa no bem de Espanha.“, sublinhou Manueco, que defendeu uma proposta de financiamento regional “que proteja que todos os espanhóis, onde quer que vivam, tenham os mesmos serviços”.
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Pedro Sánchez, repreendeu, “vai pagar do tesouro comum de todos os espanhóis continuar por mais alguns dias, mais alguns meses no poder, em La Moncloa”, repreendeu o Presidente do Conselho, sublinhando que de Castela e Leão “vamos lutar em todas as frentesno parlamentar, no jurídico.” “Se for necessário, recorreremos ao Tribunal Constitucional”, enfatizou. “Estamos sendo maltratados, estamos sendo chantageados para permanecer no poder” e “o que está acontecendo não pode ser aceito”, concluiu Manueco.