Jesus Vazquez reapareceu em grande estilo em Insurreiçãoprograma de David Broncano, marcando sua primeira visita à TVE depois de mais de duas décadas na Mediaset. O veterano mestre de cerimônias não escondeu sua empolgação com sua nova etapa profissional, mas não perdeu a oportunidade de lançar alguns dardos envenenados em sua antiga rede.
Desde os primeiros minutos ele traçou claramente sua posição: apareceu no set com a música “Livre, livre eu quero ser…”, cuja escolha não foi acidental. Broncano, rindo, apontou o “mercado de inverno” da televisão e os recentes contratos cross-channel, momento que Jesus aproveitou, para ser sincero: “Já se passaram muitos anos, apenas 25. O contrato terminou um pouco mais cedo, mas eu já precisava de uma mudança”.
O apresentador que ficará na frente Festival de Benidorm 2026 junto com Ines Hernan, Lalakus e Javier Ambrossi, anunciou que já tem novos projetos dentro da TVE. Porém, a parte mais chocante de sua entrevista aconteceu quando ele falou sem filtros sobre a censura interna que sofreu na Telecinco.
“Um dos programas que mais gostei foi Hotel Glamour. Mas quando estive na Telecinco, disseram-me: “Não fale deste programa”, admitiu, referindo-se ao polémico reality show de 2003 protagonizado por Yola Berrocal, Jurena ou Pocholo. “Foi muito louco, muito surreal. Mas era televisão de verdade”, disse ele.
Está passando Insurreição Foi mais do que uma visita promocional: foi uma declaração de intenções. Jesus Vázquez liberta-se do passado, faz jus à sua história na televisão e deixa claro que uma nova etapa se inicia… com a sua própria voz.