fevereiro 1, 2026
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O Departamento de Justiça dos EUA divulgou mais de três milhões de documentos condenatórios no caso do pedófilo Jeffrey Epstein, revelando, entre outras coisas, testemunhos que acusam o Presidente Donald Trump de forçar uma menina de 13 anos a ter relações sexuais com o sátrapa norte-americano. Isso inclui também outras situações monstruosas que nem me atrevo a reproduzir ou reproduzir. Durante anos, estes jornais fizeram parte do mundo conspiratório MAGA, usando-o como martelo contra os democratas e a esquerda, como se fossem os únicos consumidores das perversões que o pedófilo oferecia nas festas das suas ilhas. Esse tempo passou porque agora há sinais de verdade que ameaçam incendiar o universo Trump. Mas nem tudo fica nos EUA.

O escândalo chegou a Espanha com uma combinação de cautela responsável, cumplicidade e silêncio assustador. José Maria Aznar aparece nos jornais como destinatário de dois pacotes FedEX de Jeffrey Epstein em setembro de 2003. Um deles está em Moncloa e o outro na sede da FAES. Na mesma época, um pedófilo pagou uma viagem de US$ 1.050 em nome de José Maria Aznar, sem saber se o viajante era pai ou filho dos Aznar. Alguém terá que esclarecer isso. Segundo um e-mail de Jeffrey Epstein, o pedófilo estava programado para participar de um evento em 2015 para o ex-presidente do governo, organizado pela Friends of Israel Foundation, lobby que ainda conta com José Maria Aznar como sócio honorário e que surgiu para defender os interesses de Israel no mundo. Não é de todo estranho que o sionismo esteja envolvido em coisas tão obscuras.

Referência