fevereiro 13, 2026
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O juiz Adolfo Carretero continua o julgamento do ex-deputado Iñigo Errejon depois que a atriz Elisa Mulia decidiu prestar queixa por agressão sexual. O instrutor se recusou a abrir um processo contra o ex-secretário de imprensa de Sumar e convocou-o na terça-feira, 17 de fevereiro, às 10h, para notificá-lo pessoalmente da ordem de início do julgamento oral.

Era 4 de fevereiro quando Mulia informou ao juiz que “renuncia completa, livre, consciente e irrevogavelmente à acusação privada” que apresenta no caso aberto nos tribunais de Madrid (e que ainda não foi marcada uma data para o julgamento) contra Errejon. Em seguida, a atriz explicou que estava renunciando “por motivos puramente pessoais e de saúde”, e não “por refutação dos fatos relatados”. Seis dias depois, ele corrigiu sua decisão e disse que manteria as acusações contra o ex-parlamentar. “Agora vou realmente até o fim!” – ele expressou.

Agora o juiz está rejeitando o pedido de Errejon para abrir um processo contra ele. Em documento acessado pelo EL PAÍS, ele explica que agiu dessa forma após a defesa de Mulia apresentar, no dia 10 de fevereiro, uma carta na qual anulava a renúncia que apresentou no dia 4 deste mês. “É claro que ele apoia a acusação”, afirma o instrutor.

(Notícias em desenvolvimento. Haverá expansão)

Referência