Julio Iglesias (82) voltou a estar sob os holofotes mediáticos, mas desta vez por causa de uma estratégia de defesa que aponta para uma viragem mais grave: o cantor afirma ter provas e testemunhas que indicam que vários dos seus funcionários receberam oferta de dinheiro. … apresentar queixas de violência sexual contra eles. A informação publicada pelo OkDiario surgiu poucos dias depois de o Ministério Público ter apresentado queixa contra o artista por incompetência.
Paralelamente, a comitiva do cantor afirma que este caso não marcará o fim do caso, mas sim o início de uma ofensiva jurídica no sentido de esclarecer responsabilidades e, sobretudo, eliminar o que chamam de tentativa de fabricação de denúncias.
“Fitas” e alegado recrutamento de candidatos
Segundo fontes citadas por esta publicação, Iglesias teria os registros à minha disposição o que presumivelmente reflectirá os esforços de “certas pessoas” para persuadir a equipa do artista a apresentar uma queixa contra ele. A tese desta quarta é que essas conversas podem ter sido gravadas pelos próprios trabalhadores, que alertaram a cantora sobre a suposta operação para manter o caso na mídia, mesmo depois de ter sido trazido pelo Ministério Público.
Informações indicam que a equipe jurídica do artista já está trabalhando com esse material e tentando determinar a origem propostas de ofertas de dinheiro. Se confirmado, o caso passaria para uma área particularmente sensível: a possível compra de testemunhas ou uma estratégia coordenada para fazer falsas acusações.
Julio Iglesias pede denúncias para analisar ações judiciais
Além de recolher provas, Iglesias pediria aos procuradores cópias das denúncias dos seus ex-funcionários para analisar se seria apropriado tomar medidas por informações falsas, numa tentativa de “limpar a sua imagem” após o clamor público do caso.
Neste contexto, o jornalista Luis Balcarce afirmou na Antena 3, falando sobre o conteúdo que atribui ao artista e ao seu círculo: “Ele tem várias gravações que mostram que eles conseguiram dinheiro” e acrescentou sobre a posição do cantor: “Ele vai assediar as meninas e a mídia”.
O fechamento ainda está aberto
No momento, o caso na Espanha está arquivado por questão de jurisdição, mas o movimento do cantor – se ele finalmente apresentar o material de que fala seu círculo – pode abrir a segunda fase: não tanto sobre as acusações originais, mas sobre como foram criadas e se havia uma base para apoiá-las. O próximo passo, em qualquer caso, dependerá de se essas provas serão documentadas em tribunal e se as investigações mencionadas no seu ambiente nos permitirão identificar culpados específicos.