janeiro 20, 2026
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O professor colombiano Leonardo Escobar, desaparecido no México no início do ano, informou esta segunda-feira que os agentes da Guarda Nacional que o detiveram no aeroporto de Monterrey, Nuevo León, lhe partiram três costelas antes de o levarem para a prisão de Apodaca. “Já foi confirmado clinicamente. Fiquei três dias naquela cela, depois me liberaram. Me deram minhas coisas, mas quando saí da cela ainda estava muito desorientado”, disse Escobar em seu primeiro depoimento no Ibero Puebla, instituição universitária onde trabalha. A professora desapareceu no dia 2 de janeiro em Apokada após ser libertada pelas autoridades locais. Ele só foi ouvido no dia 16, quando foi encontrado em um centro de reabilitação em Juárez, município localizado a cerca de 15 quilômetros do quartel onde estava detido desde 31 de dezembro.

O caso de Escobar manteve as autoridades universitárias nervosas desde o seu desaparecimento. “Utilizo os fundos da única instituição que me apoiou todo este tempo (Ibero Puebla)”, disse o professor, sublinhando que todas as suas palavras se baseiam “em factos verificáveis, tanto em gravações de câmaras, como em vídeos e provas científicas”. Após o desaparecimento, as autoridades permaneceram em silêncio até 14 de janeiro, quando o promotor de Nuevo León, Javier Flores Saldivar, disse que havia sido detido pela Guarda Nacional e entregue à polícia de Apodaca por “infrações administrativas”, sem especificar quais.

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