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No Kuwait, longe de Paris e Marselha, o PSG seguiu roteiro familiar para erguer mais um troféu nesta quinta-feira (8).

Na final da Supercopa da França, o clássico francês terminou empatado em 2 a 2 no tempo normal, mas a vitória veio na cobrança de pênalti.

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E assim como na Copa Intercontinental contra o Flamengo, o protagonista voltou a ser goleiro.

Lucas Chevalier viveu uma noite cheia de extremos. Ele fez ótimas defesas, mas se tornou o 'vilão' ao cometer o pênalti que trouxe o Olympique de Marseille de volta à partida, apenas para terminar como o herói absoluto ao defender dois pênaltis na disputa de pênaltis e garantir o título parisiense com uma vitória por 4-2 nos pênaltis.

Um símbolo perfeito para um PSG que abre 2026 festivamente depois de conquistar seis troféus em 2025, incluindo a inédita Liga dos Campeões.

A partida começou com uma demonstração de talento. Aos 13 minutos, Vitinha encontrou Ousmane Dembélé, que finalizou de forma impiedosa com o pé direito. O vencedor da Bola de Ouro confirmou o domínio inicial do PSG, com Vitinha, João Neves e Fabián Ruiz a suprimirem eficazmente as tentativas de resposta do rival.

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Mesmo assim, o Marselha não desistiu. Chevalier teve que fazer uma bela defesa em chute de Emerson Palmieri, após passe doce de Igor Paixão, e viu Weah ameaçar com um chute que passou ao lado da trave.

O segundo tempo trouxe o caos que o clássico promete. Aos 74 minutos, Chevalier derrubou Greenwood na grande área, e o próprio inglês converteu o pênalti, empatando a partida.

Pouco depois, o improvável aconteceu: Pacho fez um gol contra, virando o jogo para o Marselha e deixando o Paris com o título.

Mas o PSG tem profundidade, peso e compostura. Aos 95 minutos, Gonçalo Ramos emergiu como um ponta-de-lança clássico, acertando um voleio preciso para empatar e levar a decisão para os pênaltis.

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No 'momento da verdade', Chevalier reescreveu sua própria noite. Ele defendeu pênaltis de O'Riley e Traoré, enquanto o PSG foi impecável em todos os chutes.

Do erro à redenção em poucos minutos, o goleiro voltou a ser decisivo, justamente no retorno como titular após a lesão de Safonov – ironicamente após se destacar contra o Flamengo.

O PSG começa 2026 como terminou 2025: como campeão. E novamente com um goleiro decisivo que conta a história.

Foi o 14º troféu da Supertaça do PSG. O Marselha tentou acabar com a seca de títulos que durava desde 2012 com três jogadores.

Este artigo foi traduzido para o inglês pela Inteligência Artificial. Você pode ler a versão original em 🇧🇷 aqui.

📸 Justin Setterfield – 2025 Getty Images

Referência