Trump seria informado na terça-feira por seus funcionários sobre as opções para o Irã, incluindo ataques militares, o uso de armas cibernéticas secretas, a expansão de sanções e o fornecimento de ajuda online a fontes antigovernamentais, informou o Wall Street Journal no domingo.
“Sejamos claros: no caso de um ataque ao Irão, os territórios ocupados (Israel), bem como todas as bases e navios americanos, serão o nosso alvo legítimo”, disse Qalibaf, antigo comandante da Guarda Revolucionária de elite do Irão.
Autoridades intensificam a repressão
Imagens postadas nas redes sociais no sábado em Teerã mostraram grandes multidões marchando por uma rua à noite, batendo palmas e cantando. A multidão “não tem fim nem começo”, disse um homem.
A televisão estatal mostrou dezenas de sacos para cadáveres no chão do escritório do legista de Teerã, dizendo que os mortos foram vítimas de eventos causados por “terroristas armados”, bem como imagens de entes queridos reunidos em frente ao Centro Médico Forense Kahrizak, em Teerã, esperando para identificar os corpos.
Israel e o Irão travaram uma guerra de 12 dias em Junho do ano passado, à qual os Estados Unidos aderiram brevemente atacando instalações nucleares importantes. O Irã respondeu disparando mísseis contra Israel e contra uma base aérea dos EUA no Catar.