janeiro 26, 2026
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Alberto González Amador – parceiro da Presidente de Madrid, Isabel Díaz Ayuso – pediu à Procuradora-Geral Teresa Permato que corrigisse a sua decisão de não suspender o seu antecessor no cargo, Álvaro García Ortiz, da sua carreira como procurador e que lhe permitisse regressar ao cargo de procurador no Supremo Tribunal, depois de uma sentença de inabilitação de dois anos o ter impedido de ocupar o cargo de chefe de um ministério governamental.

Em particular, González Amador interpôs recurso, ao qual o EL PAÍS teve acesso, contra o decreto emitido por Peramato em 23 de dezembro. Nessa decisão, o primeiro representante do Ministério Público argumentou que a inabilitação imposta pela Suprema Corte afetou García Ortiz apenas no que diz respeito ao cargo de procurador-geral, e não à sua continuidade na carreira de procurador.

García Ortiz solicitou a sua reintegração na Secção Social do Supremo Tribunal, o que corresponde à sua condição de procurador da Câmara, a mais elevada da sua carreira. Peramato, como chefe do Ministério do Estado, concordou com o seu pedido depois de a Inspecção Tributária ter examinado o valor da pena por divulgação de segredos e concluído que neste caso não havia necessidade de ela abandonar a profissão.

Agora, o advogado de Gonzalez Amador, o advogado Gabriel Rodriguez Ramos, pediu a Peramato que declarasse Garcia Ortiz “incapaz de desempenhar funções financeiras”.

Referência