janeiro 21, 2026
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O PP acusa Moncloa de manipulação e afirma que Sánchez não ligou para Feijó para informá-lo sobre o incidente em Adamuza.

Fontes do PP confirmam que o ministro Oscar Puente não acompanhou Feijó durante sua visita ao local do acidente ferroviário.

O governo sustenta que o contacto ocorreu, mas apenas através de mensagens entre os chefes de gabinete de Sánchez e Feijóo, agradecendo ao líder do Partido Popular o tom.

O PP relembra precedentes de comunicação institucional noutros acidentes e afirma uma atitude responsável e calma face ao que entende como tentativas de manipulação.

A trégua política após o acidente de Adamuz parece estar a chegar ao fim. O governo e o PP começam a trocar censuras.

“Mesmo Sanchez não ligou Alberto Nuñez Feijó, nem Oscar Puente Queria acompanhá-lo ontem numa viagem a Adamuz”, garantiram fontes do PP.

E tudo isto depois de as autoridades terem minimizado as palavras do líder da oposição ontem, garantindo que não recebeu “nem direta nem indiretamente” informação do governo sobre o acidente.

“A informação que temos chega-nos através do governo andaluz e dos meios de comunicação social”, explicou Feijo esta segunda-feira, respondendo a uma pergunta dos jornalistas durante a sua visita ao epicentro do incidente entre Alvia e Irio.

Moncloa garantiu que ao tomar conhecimento das declarações de Feijó o governo contactou a equipa do líder da oposição.

Algo que deixa claro ao PP é que se tratava de comunicações entre os chefes de gabinete de Sánchez, Diego Rubioe Feiju, Marta Varelae afirmam que foi “obrigado pelos bons modos” do presidente do PP.

Populares recordaram que após o acidente do Alvia em Angrois em 2013, o então Presidente do Governo Mariano Rajoycontatou o líder socialista Alfredo Pérez Rubalcaba informá-lo da situação, e que o então Ministro das Obras Públicas, Ana Pastor, acompanhou o líder do PSOE durante a sua visita à zona.

Porém, neste caso repetem que nem o presidente Pedro Sánchez ligou para Feijóo nem o ministro dos Transportes, Oscar Puente, se juntou ao líder do PP durante a sua visita à cidade afetada de Córdoba.

“Agimos com responsabilidade e não pretendemos permitir distorções”, afirmam de Génova, justificando a atitude “exemplar e calma” do partido. “Não insultamos nem agitamos, mas não permitiremos o engano”, concluem as mesmas fontes.

Eles até mencionaram os dias após o 11 e Dana. “Não somos o partido do passalo ou o partido que chama um político de assassino quando a sua liderança representa uma ameaça à segurança ou à morte, mas não toleramos o engano por parte daqueles que sempre enganam”, afirmam.

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