janeiro 30, 2026
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Os ministros da Nova Zelândia disseram não acreditar que isso agregaria valor significativo nesta fase.

A Nova Zelândia confirmou que não se juntará ao Conselho para a Paz em Gaza, de Donald Trump, citando preocupações sobre a sua atual estrutura e âmbito.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros disse que a Nova Zelândia reconhece a liderança dos Estados Unidos, que está a trabalhar ao lado das nações regionais para promover a paz em Gaza. “Vemos um papel para o Conselho de Paz de Gaza, que será desempenhado conforme previsto na Resolução 2803 do Conselho de Segurança da ONU”, disse ele.

No entanto, Peters explicou que vários estados regionais já se apresentaram para contribuir para o trabalho do conselho e a Nova Zelândia acredita que isso não acrescentaria valor adicional significativo nesta fase.

“Como fundador proeminente e apoiante de longa data das Nações Unidas, é importante que o trabalho do Conselho seja complementar e consistente com a Carta das Nações Unidas”, acrescentou Peters. “É um órgão novo e precisamos de clareza sobre esta e outras questões relacionadas com o seu âmbito, agora e no futuro.”

Peters confirmou que, embora a Nova Zelândia não se junte ao Conselho na sua forma atual, o país continuará a acompanhar de perto a evolução da situação.

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