As especulações em torno do futuro de Jude Bellingham recusam-se a abrandar, mesmo que o Real Madrid, compreensivelmente, não tenha intenção de sequer ouvir ofertas por ele.
De acordo com um relatório recente de Fichajes, o Chelsea está a preparar uma mudança que poderá abalar o mercado de transferências europeu, com os campeões do Mundo de Clubes a explorar a possibilidade de contratar o internacional inglês.
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Do ponto de vista do Real Madrid, porém, a situação é simples.
Bellingham é visto como uma pedra angular do presente e do futuro do clube, não apenas pelas suas conquistas em campo, mas também pela sua crescente influência fora dele.
O médio é um dos rostos da nova era do Real Madrid e o contrato que assinou até 2029 pretendia enviar uma mensagem forte a toda a Europa.
Não há intenção de vender, não há pressão para negociar e não há vontade de ouvir ofertas.
Mudança de ordem na Premier League
Apesar disso, o mercado de transferências inglês continua a alimentar rumores e o nome do Chelsea ganhou destaque em meio à incerteza em outras partes da Premier League.
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Diz-se que há preocupações crescentes dentro do clube sobre o futuro de Cole Palmer.
Chelsea planeja uma tentativa ousada. (Foto de Yasser Bakhsh/Getty Images)
Vários relatórios sugerem que o Manchester City poderia tomar medidas para trazer Palmer de volta se houver uma grande mudança no banco.
Os mesmos relatos afirmam que a potencial chegada de Enzo Maresca ao Etihad Stadium seria o estopim.
Palmer é considerado um alvo prioritário do treinador italiano, tendo trabalhado anteriormente com ele.
Se o Manchester City agir de acordo com esse interesse, o Chelsea terá que recorrer ao mercado para encontrar uma nova referência ofensiva.
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É aqui que o nome de Bellingham entra na conversa, mesmo que apenas como um cenário de sonho.
Há plena consciência na hierarquia do Chelsea de que tal operação seria monumental.
As exigências financeiras por si só seriam enormes, para não falar da posição inquebrantável do Real Madrid.
Os gigantes espanhóis não precisam e nem querem vender. Nesta fase, mesmo uma oferta extraordinária não seria suficiente para abrir a porta.