fevereiro 12, 2026
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Contratos com o Conselho de Orquestras de Música Processual de Sevilha dívida superior a 34.000 euros e que estão ligados a serviços públicos em vários dos quatro espaços do Parque Empresarial Arte Sacro a que este município se dedicou o desenvolvimento de quatro grupos musicais processionais (Centuria, Encarnación, Presentación al Pueblo e Cigarreras). Este é o valor que esta organização musical deve – com uma taxa de representação cada vez mais baixa dentro da guilda – à manutenção da administração comunitária para A dívida existente é firme e permanece em vigor com a administração.. A ABC entende que esses benefícios não são pagos há sete anos. Desde 2019.

Ainda ontem, o delegado dos grandes festivais da Câmara Municipal de Sevilha, Manuel Ales, informou o sindicato sobre nova linha de subsídios gratuitos para a concorrênciacom um donativo de mais de 90.000 euros, que irá para as bandas de música processional da capital andaluza. Esta assistência às gangues de Sevilha visa garantir apoio direto, transparente e igualitário a todos os grupos musicais de Sevilha sem discriminação. Por outro lado, o presidente do conselho tribal lamentou “profundas preocupações” com a “falta de atenção, diálogo e apoio” da Câmara Municipal, o que atribui ao “desinteresse institucional”.

A Câmara Municipal de Sevilha afirmou ainda que esta nova assistência financeira complementará a transferência direta de equipamentos municipais que a Câmara Municipal continua a transferir fielmente para o Conselho Tribal, apesar do referido buraco económico. O que está acontecendo? Quais são os custos de manutenção das mesmas instalações? Não são considerados responsabilidade municipal.mas esta tarefa é da competência dos seus próprios administradores. E esta formação, que pretende representar um grupo de milícias, deve pagar uma quantia superior a 34 mil euros para manutenção, o que é um facto inevitável dada a proliferação de vídeos online que mostram vários grupos sofrendo com fugas graves e outros problemas nestes locais.

“Não há problema com pagamento”

Questionado sobre o assunto, o presidente do Conselho da Orquestra, Manuel Esteban, disse que tem conhecimento desta dívida, mas “não recebe recibos”. O porta-voz admite que a ABC não tem problemas com acabar com essa dívida Isto aconteceu antes da pandemia e este jornal noticia que “o delegado sabe disso, que não há problema de pagamento, mas devem dizer-nos o quê e para quê”, insistiu. Por outro lado, o Presidente do Conselho Tribal afirma que tentou várias vezes reunir-se com o presidente da Câmara e delegado a Manuel Ales para chamar a sua atenção para este e outros assuntos, mas sem sucesso, para seu pesar. “Mesmo a administração da fazenda não se importa conosco”, disse ele.

Antecipando-se à Semana Santa, que se aproxima, a Câmara Municipal decidiu alterar as regras do jogo. “Estamos trabalhando em uma concessão mestre para essas instalações que proporcionará segurança e estabilidade às gangues”, disse Ales em carta fornecida pelo conselho municipal. Ressalta-se que a modificação do modelo de subsídios está sujeita a uma série de critérios técnicos, uma vez que a Intervenção Geral do Consistório considerará o sistema de subsídios nominais de acordo com este modelo de livre concorrência através do qual eliminam intermediários e promovem a transparência, sem falar na igualdade no tratamento dos grupos, independentemente do seu peso no mundo da música processional. Apesar destes 90 mil euros de ajuda, o presidente do Conselho está longe de estar satisfeito: “Continua a ignorar e quer explodir o Conselho da Orquestra”, acrescentou.

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