Política
O Executivo confirma que vai acordar uma nova data com a Junta da Andaluzia, que concorda em adiar o evento.
O governo anunciou que decidiu adiar a homenagem estatal às vítimas do acidente ferroviário de Adamuz (Córdoba), previsto para 31 de janeiro, porque “a grande maioria das famílias” relatou que “não teria condições de comparecer”.
Várias famílias dos mortos e feridos manifestaram abertamente a sua oposição ao evento social que o governo e a junta planeavam realizar em Huelva.
Gracia, irmã de uma das vítimas que ainda permanece na UCO após o acidente, revelou em entrevista a Cuatro esta semana que rejeitou totalmente a proposta do governo.
🚨 Uma mulher cujo irmão está nos cuidados intensivos devido ao acidente em Adamuza rebela-se contra o governo em Cuatro por causa do “funeral secular” que querem celebrar.
“Huelva é terra mariana e os feridos estão nas mãos de Nossa Senhora. Não se pode fazer um funeral secular.”
Alto e claro. pic.twitter.com/yeMk4GCajX
— † Andrés † (@jandcalderon985) 22 de janeiro de 2026
“Não pode haver funerais seculares em Huelva. Aqui os doentes estão nas mãos da Mãe de Deus”, disse. “O que aconteceu ao meu irmão foi um milagre, e milagres não são feitos por políticos, são feitos por quem está no topo.Não há lugar para funerais seculares em Huelva; funeral cristão adequado“.
A decisão também ocorre em meio a tensões crescentes em torno da liderança do Ministério dos Transportes. Este domingo, o Partido Popular exigiu a demissão do ministro Oscar Puente por “mentiras”, afirmando ter sido feita uma “reconstrução completa” da via rápida onde ocorreu o acidente.
Conforme noticiado pelo EL ESPAÑOL, algumas famílias deram os primeiros passos para se organizarem através de uma plataforma ou associação para travar a batalha judicial e exigir responsabilidade criminal pelo acidente.
Novidades na atualização
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