fevereiro 10, 2026
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Observatório de Saúde

O Conselho de Ministros aprova um projeto de lei para reforçar a gestão governamental dos centros do Sistema Nacional de Saúde (SNS).

Chaves

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Criado com IA

O governo aprovou um projeto de lei que visa vetar a gestão privada dos hospitais públicos, promovendo a gestão pública no sistema nacional de saúde.

A gestão privada dos centros de saúde públicos só será possível se a prestação directa ou pública não puder ser garantida.

Antes de permitir a gestão privada, será necessária uma avaliação preliminar com relatório de apoio e análise por comissão especializada, bem como relatório de sustentabilidade financeira no caso de concessão de serviço.

O Ministério da Saúde argumenta que os modelos de gestão indireta, como o modelo Alzir, têm apresentado resultados piores em hospitalizações e mortes evitáveis ​​e podem impactar negativamente a qualidade do atendimento.

O Conselho de Ministros deu luz verde a um projeto de lei que veta a gestão privada de hospitais públicos. Há já algum tempo que o Ministro da Saúde Mônica Garciaanuncia uma norma que, entre outras coisas, visa facilitar a gestão pública dos centros do Sistema Nacional de Saúde (SNS).

Como? O projeto de lei (que deverá ser discutido e esclarecido pelo Congresso dos Deputados) prevê que será possível a gestão privada dos centros de saúde públicos (ou a gestão indireta, como o executivo a chama) quando “fornecimento direto” ou público.

Esses modelos de gestão devem garantir estabilidade financeira e eficiência e atender aos requisitos de qualidade, continuidade, disponibilidade e acessibilidade do serviço.

Exceto, Deveria haver um procedimento de pré-avaliação obrigatório para cada caso de governação privada no SCN..

Esta avaliação deve incluir relatório de apoio elaborado pela administração sanitária e analisado pela Comissão de Avaliação da Gestão Indireta em Saúde.

Se a concessão serviçosA análise da sustentabilidade financeira também exigirá um relatório do Gabinete Nacional de Avaliação (ONE).

Segundo o Ministério da Saúde, “os dados analisados ​​mostram que modelos de gestão indireta, como Modelo Alzirtiveram piores resultados para hospitalizações evitáveis ​​e mortes devido a ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral em comparação com hospitais públicos semelhantes. Além disso, a privatização está associada a reduções de pessoal, o que pode prejudicar a qualidade dos cuidados e a sustentabilidade do sistema.”

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