janeiro 24, 2026
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O Diário Oficial do Estado publicou um novo despacho ministerial Ministério da Defesa que redefine o sistema de avaliação física de acesso e persistência em Forças armadas. A reforma reduz radicalmente o número de provas exigidas e estabelece um quadro geral válido para toda a carreira militar.

Até agora, os candidatos tiveram que enfrentar uma ampla gama de desafios físicos que variam dependendo do tamanho, tipo de corpo e ponto de sua carreira profissional. Com as novas regras, o governo está comprometido com um modelo único que simplifica o processo e estabelece padrões estáveis ​​a longo prazo.

Uma reforma que reduz os testes físicos em menos da metade.

A mudança mais significativa é a redução no número de testes. O sistema anterior fornecia até 12 exercícios físicose o novo modelo os reduz a cinco testes básico, comum a todos os militares.

De acordo com a portaria do ministério, o objetivo é garantir padrão geral de condicionamento físico para todos os militares, independentemente da formação ou especialidade, e evitar mudanças constantes de critérios ao longo da carreira.

Testes comuns para todos os candidatos

Os novos testes de ingresso avaliam as capacidades físicas básicas e são considerados suficientes para avaliar a formação básica exigida de qualquer militar:

  • Flexo-extensão do braço para avaliar a força e estabilidade da parte superior do corpo.
  • Barra isométrica para medir a resistência muscular abdominal.
  • Uma corrida de 2.000 metros projetada para avaliar a aptidão cardiorrespiratória.
  • Um gráfico de agilidade e velocidade que mede mudanças rápidas de ritmo e direção.

Esses testes formarão o núcleo do sistema e serão aqueles que os candidatos deverão realizar como parte do processo de acesso inicial.

O modelo é válido durante toda a carreira militar.

Um dos aspectos fundamentais da reforma é que os testes não se limitam ao rendimento. A regra afirma que todos os militares Deverão submeter-se aos mesmos testes periodicamente ao longo da vida profissional.

A intenção do Ministério que lidera Margarida Robles é garantir a consistência do sistema e garantir a uniformidade do nível físico exigido em todos os níveis, desde soldados e marinheiros até oficiais e suboficiais.

Testes especiais para oficiais e suboficiais

A par das provas gerais, o despacho prevê um quinto exame especial para os elegíveis para a formação de oficiais e suboficiais. Esta é uma estimativa friabilidade da águaque consiste em nadar 50 metros para testar a capacidade de se mover de forma independente na água.

Este teste atende às necessidades operacionais de determinadas áreas e continua sendo um requisito adicional em níveis superiores de formação.

Mais espaço para forças especiais

Os regulamentos não excluem a possibilidade de introdução de requisitos adicionais. Os chefes do Estado-Maior de cada exército mantêm a capacidade aumentar os mínimos ou adicione testes adicionais para dispositivos com recursos específicos.

Isto se aplica, por exemplo, a destinos que exigem preparo físico superior, como determinadas unidades de operações especiais ou posições com condições extremas.

Impacto direto no acesso ao exército

A mudança terá um impacto imediato sobre Exércitoonde se concentra uma parte importante das novas posições de entrada. A simplificação do processo poderia facilitar o acesso a mais candidatos sem reduzir o que o Departamento de Defesa considera ser o nível mínimo de exigência.

A secretaria ressalta que a redução de exames não implica menos preparo, mas sim uma avaliação mais racional e que atenda às reais necessidades do serviço.

Efeito imediato

O despacho do ministério entra em vigor este ano, portanto os processos seletivos existentes deverão se adequar ao novo sistema. Os candidatos que se candidatem a partir de agora fá-lo-ão ao abrigo de um quadro regulamentar diferente daquele que vigorava até ao ano passado.

Com esta reforma, o governo está a fazer mudanças estruturais no acesso e avaliação física das Forças Armadas, unificando critérios e criando um modelo que acompanhará os militares ao longo da sua carreira profissional.

Referência