– Krista Kennell/ZUMA Press Wire/d/DPA
MADRID, 3 de fevereiro (EUROPE PRESS) –
O Gabinete do Médico Legista do Condado de Hennepin, em Minnesota, classificou na segunda-feira o assassinato da enfermeira americana Alex Pretty, de 37 anos, pelas mãos de agentes federais, como homicídio, assim como o caso de Renee Goode, uma cidadã americana de 37 anos baleada e morta por um oficial do Immigration and Customs Enforcement (ICE) como parte de operações anti-imigração realizadas pela administração Donald Trump no referido estado, especificamente Minneapolis.
O relatório oficial, ao qual a Europa Press teve acesso, lista “homicídio” como a forma de sua morte e como a causa dos “múltiplos ferimentos à bala” que ocorreram quando ele foi “baleado por policiais”, embora não especifique quantas ou quantas vezes, embora o Departamento de Segurança Interna tenha admitido que havia dois agentes e o Minnesota Star Tribune local coloque o número de tiros em dez.
O anúncio, que se referia à morte de Pretty como de Goode, veio um dia depois que o portal de reportagens investigativas ProPublica, com base em vários relatórios oficiais, identificou os dois agentes que atiraram em Pretty como Jesus Ochoa, da Patrulha de Fronteira, e Raymundo Gutierrez, da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP), que foram designados pelas autoridades federais para a operação em Minnesota. e chamado de “Metro Surge”.
Ochoa, 43 anos, está na Patrulha de Fronteira desde que ingressou no CBP em 2018, enquanto Gutierrez, 35 anos, ingressou em 2014 e trabalha no Escritório de Operações de Campo do CBP, embora esteja designado para a Equipe de Resposta Especial, que conduz operações de alto risco semelhantes às operações policiais da SWAT. Ambos são do sul do Texas.