Enquanto assistia a um documentário sobre minha querida Amy Winehouse, pensei no mistério da arte. Amy Winehouse, como mostra este documentário (sem intenção hagiográfica, mas também sem denegrir), era na aparência uma mulher triste com corte bob, sempre bêbada ou fumando, sempre corada, sempre cercada de gente suja e aproveitadores (incluindo ou principalmente seus familiares), sempre se apaixonando por viciados em drogas e libertinos. Em suma, um desastre total para uma mulher que, se não completamente repulsiva, dava uma impressão de desamparo que acabou por nos fazer sentir pena dela. E ainda assim, dentro desta mulher de aparência vulgar e desgrenhada, dentro deste corpo devastado pelo vício, dentro… Ler mais
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