A aliança OPEP+, liderada pela Arábia Saudita e pela Rússia, decidiu este domingo manter inalterado o nível de fornecimento conjunto de petróleo, que equivale a quase metade da produção global. A decisão, tomada numa teleconferência pelos ministros da indústria dos 22 estados petrolíferos da aliança, não inclui um possível aumento de produção que os seus oito membros possam acordar a partir de Abril próximo, uma vez que esses países procuram completar o regresso ao mercado dos barris que retiraram voluntariamente em 2023 e 2024 para apoiar os preços.
Os cortes obrigatórios, introduzidos no final de 2022 e que ascendem a 2 milhões de barris de petróleo bruto por dia, permanecem em vigor “até 31 de dezembro de 2026”, conforme decidido na conferência ministerial anterior, confirmaram os ministros no seu comunicado final publicado no site da Organização dos Países Exportadores de Petróleo.