Um júri popular julgará dois homens e uma mulher grávida, companheira de um deles, acusados de assassinato em uma dacha espancamento e estrangulamento até que a vida acabe 'Rafalina'vizinho de sessenta anos desta área … de Sagunto, em Córdoba, cada um dos quais pode pegar até 20 anos de prisão.
O Ministério Público apresentou acusação contra estes três arguidos crime violento ocorrido em 2 de abril de 2024 durante a prática de um assalto. Segundo a classificação do Ministério Público, o acusado já havia estabelecido uma relação de certa confiança com a vítima no refeitório onde Rafael, dono de um apartamento no bairro e muito querido pelos vizinhos, frequentava.
Segundo o procurador, a uma hora não especificada da noite, os três arguidos encontravam-se na casa quando, por motivos desconhecidos mas bastante possíveis, relacionado a roubolevou a sacrifício em um pequeno quarto localizado ao lado da sala. Uma vez no quarto, ele foi jogado em um colchão caído no chão.
Os promotores, em comunicado visto pela ABC, disseram que a vítima estava atacado inesperadamentemesmo sem esperar, suas opções de defesa e fuga foram seriamente diminuídas pelo espaço apertado de seu quarto.
Nesta situação, os dois arguidos, de pé, começaram a agredi-lo brutalmente com as mãos e os pés, tanto no corpo como na cabeça, inclusive com recurso a barra transversal de ferro que estava na sala com a qual foi espancado repetidamente.
Além disso, como sempre de acordo com a acusação, ambos os atacantes cobriram nariz e boca Para impedi-lo de gritar, amarraram o cinto do manto em volta do pescoço e apertaram-no. Como resultado do ataque, a vítima morreu.
Impossível sair do quarto pequeno
O promotor acredita que os fatos são crime de homicídioem que os dois acusados respondem como criminosos, agindo com intenção de tirar a vida da vítima. O terceiro arguido é considerado cúmplice deste crime.
Além disso, três réus foram considerados culpados de roubo com violência e crime de roubo com forçae quando o Ministério Público perceber que esses acontecimentos tiveram relação com o crime.
Ministério Público exige veredicto 20 anos de prisão por homicídio, bem como a concessão de liberdade condicional por dez anos após o cumprimento da pena.
Quanto à terceira arguida, que na altura se encontrava em fase avançada de gravidez, cumplicidade em assassinatoO promotor pede 10 anos de prisão e libertação antecipada por 10 anos.
Além disso, pede que cada um dos três acusados seja condenado à prisão quatro anos de prisão pelo crime de roubo com violência e três anos de prisão por roubo com força.