janeiro 12, 2026
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– enfatizou Rafinha. Lewandowski marcou. Lamin Yamal jogou. Quando um evento de prestígio chega ao Barcelona, ​​Hansi Flick não experimenta. Ele é titular de Lamine mesmo lesionado, como aconteceu no Bernabéu, e Lewandowski volta ao time titular mesmo com sua carteira de identidade informando que ele tem 37 anos. Os dois, junto com Rafinha, já haviam dominado o futebol espanhol na temporada passada – quando o Barça conquistou a Liga, a Copa e a Supertaça – e voltaram a aparecer em Jeddah, então Hansi Flick somou a quarta vitória no banco do Barça, a primeira da temporada.

A campanha do Barcelona começou com assuntos inacabados: o trabalho para substituir Lewandowski. Para começar, no verão passado a ideia da Deco e companhia era não renovar o contrato do polaco, que termina em junho. Flick sabia dos planos da direção esportiva e Ferran foi incluído no time titular. Isso não incomodou Nove: primeiro porque passou parte da temporada sem muito ritmo; e em segundo lugar, porque acreditava que Flick – “ele é meu pai”, disse ele a um funcionário do clube quando o alemão substituiu Xavi – estava planejando sua presença em grandes eventos. Ele perdeu o clássico no Santiago Bernabéu devido a um problema muscular, mas apareceu como titular na final da Supertaça em Jeddah. E ele não jogou um único minuto na demolição do Athletic pelo Barcelona nas semifinais da última quarta-feira.

“É baseado nos sentimentos; analisamos o adversário, sabemos como queremos jogar e o que é melhor para o jogo. Não é fácil porque Ferran também esteve bem, mas é uma questão de sentimentos e tenho um bom pressentimento”, explicou Hansi Flick numa antevisão da final sobre o seu número nove em Jeddah. É claro que Lewandowski não tem mobilidade nem capacidade para atacar os espaços de Ferran Torres. Mas, como explicam no âmbito esportivo, “ele continua dominando o campo”. “Não podemos esquecer que ele é um dos três melhores atacantes do século. Só Messi e Cristiano foram melhores que ele”, explicam. E Lewandowski não decepciona nem sua história nem a confiança de Hansi Flick.

O atacante não esteve particularmente ativo em Jeddah; Na verdade, ele até parecia impreciso com o couro até se encontrar cara a cara com Courtois. Os Nove mostraram a sua capacidade de vencer a guarda-redes belga com um toque elegante após um passe soberbo de Pedri.

O número oito do Barça tornou-se uma sensação em Jeddah. Aplaudiram-no quando o seu nome foi chamado na apresentação dos onze, quando o Barcelona saiu para o aquecimento e, claro, quando voltou a sua atenção para Lewandowski, notando que Heysen estava algo desorientado.

O futebol de Pedri liga o Barça tal como Lamine Yamal o ilumina. Foi quando o camisa 10 encontrou espaço atrás de Carreras que o Barça quebrou o confortável plano traçado por Xabi. Às vezes ele faltava, como se esperasse o momento certo para machucar o adversário, mas quando Lamin apareceu, tanto Lewandowski quanto Raphinha ficaram mais ativos.

A parceria de Lamine, Lewandowski e Raphinha continua sendo a melhor carta de Hansi Flick. Eles se procuram mesmo quando estão longe, como é o caso de Rafinha e Lamin. O 10º deu todas as suas qualidades para deixar o brasileiro em paz quando a luta ainda estava em 0 a 0. Sem sucesso. Ele se vingou no dia 11. Poucos minutos depois o placar acordou o Barça também.

Mas a sorte esteve do lado de Raphinha na Supercopa. Líder do Barça na semifinal contra o Athletic, o brasileiro marcou dois gols na partida contra o Real Madrid. A Supertaça fica marcada com seu selo, eleito o melhor jogador da final. Ele sempre joga melhor com Lamine e Lewandowski.

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