Carlos, torcedor do Barcelona, acredita que a mudança vai além da tática. “Raphinha agora tem uma autoestima muito melhor”, explica.
“Ele acabou em um clube que estava em crise internamente, sem modelos claros. Ele recebeu pouca confiança e poucas instruções, e o clube até considerou vendê-lo. Flick apostou nele e agora ele tem uma compreensão muito mais clara de seu papel e responsabilidades em campo.”
“Ele é alguém que defende seus companheiros, além de suas enormes contribuições em campo. Ele tem ótimos instintos e inteligência em campo e ainda tem espaço para crescer”.
Quando questionado sobre o que acha que mudou, o torcedor Miquel Taberna diz: “Em poucas palavras: confiança e maturidade”.
“Acho que agora ele joga menos como ponta pura e pode jogar mais em uma posição mais interna. Ele faz jogadas mais inteligentes, pressiona melhor e tem uma conexão melhor com os meio-campistas. Talvez ele tenha passado de 'pago demais' para 'precisamos dele em todos os jogos'.”
Outro torcedor, Diego Sanchez, disse: “Seu movimento sem a bola é ouro puro para uma equipe com jogadores como Lamine Yamal ou Pedri. Sua atitude e liderança fizeram dele um verdadeiro capitão”.
“Graças a Hansi Flick, Raphinha deixou de ser um jogador que poderia ter sido esquecido pelos torcedores do Barça para alguém que poderia acabar nos livros de história do clube como um dos maiores jogadores brasileiros.”