Como membro da UE, bem como do espaço Schengen, que garante a livre circulação de pessoas, a Suécia começará a aplicar novas e duras restrições em Junho para conter a imigração e dificultar a obtenção da cidadania. Oito anos de residência, mais três do que até agora, deverão ser credenciados por quem pretende integrar-se na sociedade, ao que, além disso, terão de apresentar relatórios salariais com rendimentos mensais de pelo menos 1.900 euros e demonstrar conhecimentos da língua, da sociedade e das instituições do país. Modelo de social-democracia e farol de bondade durante décadas, a Suécia não fecha as portas aos que vêm do estrangeiro, mas intensifica as exigências para garantir a sua integração. Como membro da UE, bem como do espaço Schengen, Espanha está a fazer exactamente o oposto e a anunciar uma regularização massiva, urgente e praticamente sem formalidades, através da qual Pedro Sánchez coloca os seus interesses pessoais, agitando as águas do radicalismo, acima do bem comum.
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