O residente médio de Sydney paga US$ 50 para visitar o médico de família, apesar do aumento nas práticas que oferecem faturamento em massa em todo o país.
Os dados mais recentes do diretório de saúde Cleanbill revelaram uma mudança surpreendente no número de faturamento em massa de clínicas de GP.
Eles mais que dobraram, para cerca de 40% em todo o país, no ano passado.
Das 2.342 clínicas pesquisadas, 52% agora faturam no atacado, acima de apenas um terço há um ano e um dos melhores resultados do país.
Então, o que está impulsionando essa mudança?
A partir de 1 de Novembro, o governo aumentou o montante recebido pelas clínicas de GP em todo o país para se tornarem facturação grossista completa, por isso vimos que faz mais sentido económico que muito mais clínicas de GP em todo o país adoptem esse modelo de facturação grossista completa, disse James Gillespie, executivo-chefe da Cleanbill.
Mas a notícia não é tão boa nas clínicas que não faturam grandes valores.
O custo médio direto para visitar GPs em Nova Gales do Sul aumentou de US$ 44 no ano passado para mais de US$ 50 este ano, um aumento de quase 15%.
E parece que os Sydneysiders são os mais atingidos.
“As clínicas de GP nas cidades recebem, na verdade, incentivos mais baixos do que as clínicas de GP em áreas regionais e rurais, o que significa que se você tiver um estado como Nova Gales do Sul, que tem uma grande população regional com muitas clínicas de GP, é mais provável que essas clínicas de GP tenham mudado para o faturamento integral porque recebem mais incentivos para fazê-lo”.
No geral, Nova Gales do Sul e o Território do Norte têm mais de 50 por cento das clínicas de GP que faturam no atacado, pouco mais de 40 por cento a nível nacional.
A Tasmânia passou de nenhuma no ano passado para 37 agora.
Porém, o custo médio de uma consulta lá que não é cobrada no atacado é de US$ 100, valor semelhante ao ACT.
Os custos diretos médios também são mais altos na Tasmânia, quase US$ 68, e mais baixos na Austrália Ocidental, pouco menos de US$ 47.