janeiro 10, 2026
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01/06/2026

Atualizado às 20h10.

O governo espanhol continua a endurecer o seu tom contra a operação militar dos EUA na Venezuela, que culminou no sábado com a queda de Nicolás Maduro, preso em Nova Iorque e julgado por crimes de tráfico de droga. Pedro Sanchez, que já condenou “categoricamente”, que considera ser uma “violação da legalidade internacional” por parte de Washington, vai mais longe, dizendo que a ofensiva dos EUA é “claramente ilegal”, uma vez que o seu único objectivo é “substituir o poder executivo para se apropriar dos seus recursos naturais”.

Assim, o líder socialista condena que a operação na Venezuela crie um precedente “terrível” e “muito perigoso”, que, na sua opinião, “empurra o mundo para um futuro cheio de incerteza e insegurança”. O presidente do governo espanhol anunciou no final da reunião da Coligação de Voluntários para a Ucrânia em Paris, na qual participou na terça-feira, que falaria tanto com Edmundo Gonzalez como com Delcy Rodriguez, e defendeu que Espanha actuasse como “facilitador” num processo de transição que levaria a eleições “limpas e livres”.

(NOTÍCIAS EM EXPANSÃO)

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