Momo González enfrentar o começo 2026 com novidades dentro e fora da pista. Jogador Wilsonatual número 15 do ranking, apresentado oficialmente Suportar Pro v1uma pá com a qual competirá nesta temporada em alguns meses … usando um protótipo. Durante a apresentação de um novo modelo, um malaguenho cuida abc analise seus sentimentos com a ajuda de sua nova ferramenta, seu projeto emocionante com Martin Di Nenno e sua participação Copo hexagonal com um dos homens no momento Federico Chingottoprotegendo cores Cru Padelequipe liderada Kun Aguero e campeão da última edição.
– Estamos aqui para a apresentação da sua nova raquete. Na estreia em Madrid ele ainda usava o protótipo. Como você se sente agora com esse modelo ideal e como está a pré-temporada antes da Hexagon Cup?
– Quanto à pá, a verdade é que estou muito feliz e muito contente por agora poder competir com ela. Estou testando há um tempo e é muito bom, então estou muito animado nesse sentido. Quanto à pré-temporada, é difícil, como tudo, mas os sentimentos são positivos. Estou feliz comigo e com o Martin, por isso estou ansioso pelo início da temporada.
– Este ano começa um novo projeto com Martin Di Nenno. Como são as primeiras impressões de um jogador tão sólido na direita?
– Sempre quis brincar com ele. É engraçado porque apesar de nos conhecermos há anos, nunca dividimos uma quadra, nem mesmo na prática. Nos conhecemos como rivais, mas nunca juntos. Desde o primeiro momento a sensação foi muito boa. Sinto-me muito confortável com ele e com o nosso estilo de jogo, e isso é importante numa época tão difícil.
– Ele voltará a disputar a Hexagon Cup após conquistar o título no ano passado, desta vez ao lado de Federico Chingotto. Como você se sente brincando com ele?
– Fede está agora em um nível muito alto. Não importa onde você coloca na quadra porque tudo sai. Além disso, nos conhecemos bem: embora nosso tempo juntos tenha sido curto, treinamos muito e isso fica evidente. Tentarei ajudá-los no máximo que puder e espero que possamos repetir este título este ano.
– Voltando à raquete, destaca-se muito o lançamento da bola ao golpear, como o de uma víbora. Você acha que esse modelo pode potencializar ainda mais esse efeito característico no seu jogo?
– Sim, sem dúvida. Mesmo sendo uma raquete redonda, ela acerta muitas bolas. A víbora sempre foi um dos meus golpes mais fortes com o qual marco muitos pontos, e essa raquete me ajuda muito nesse sentido. Além disso, o tipo de lixa grossa faz com que mesmo com um pouco de umidade a bola não escorregue e mantenha bem o giro. Estou muito satisfeito tanto esteticamente quanto com a sensação na pista. A pá funciona muito bem e não tenho nenhum “mas”.
– Neste novo projeto com Di Nenno, quem irá acompanhá-lo no banco durante a temporada?
– Gabi Reca e Christian Gutierrez se revezarão no banco. A Gabi trabalha mais comigo e o Christian trabalha mais com o Martin, então os dois estarão lá.
– Sua relação com Gabi Reka é especial.
– Sim, estou com a Gabi até a minha morte. Fomos companheiros de equipe há muitos anos e agora ele é meu treinador. Ele é ótimo em ambos os aspectos e quero aprender o máximo que puder com ele.