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O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela e negociador-chefe do chavismo, Jorge Rodriguez, anunciou esta quinta-feira a libertação de “um número significativo de pessoas”, incluindo venezuelanos e estrangeiros – sem especificar o número, que será detalhado “nas próximas horas” – como um gesto unilateral para “fortalecer a paz e a coexistência pacífica” no país.

Conforme confirmado pelo ministro das Relações Exteriores espanhol, José Manuel Albarez, entre os prisioneiros que a Venezuela libertará estão espanhóis. “Espero que em muito pouco tempo possamos emitir um comunicado oficial com todas as informações e o número exato”, disse ele em entrevista em Línguas ruins (TVE)

O Presidente do Parlamento venezuelano garantiu que a libertação não faz distinção “entre político, religioso, económico e social”: “Somos todos venezuelanos e vivemos sob o mesmo céu, aceitamos a mesma bandeira, cantamos as notas do mesmo hino”.

Ao mesmo tempo, esclareceu, o processo de libertação “ocorre a partir deste exato momento”.

A decisão ocorreu cinco dias depois de um ataque ilegal dos EUA à Venezuela que matou pelo menos 100 pessoas, de acordo com o ministro do Interior venezuelano e segundo funcionário do governo, Diosdado Cabello, que observou que as mortes foram “pessoas que não tiveram nada a ver com o conflito”, incluindo “mulheres e crianças”.

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