“É para isso que eu trabalho, é para isso que todos trabalham”, foram as palavras de Chermiti.
“Se você quer ser um grande jogador, tem que jogar em grandes clubes e (lidar com) grandes pressões”, acrescentou à Sky Sports.
O jovem de 21 anos não marcava gols há mais de dois anos, ao encerrar uma passagem desafiadora pelo Everton para começar do zero em Ibrox.
Seus primeiros minutos foram uma fonte de frustração para o apoio do Rangers e uma fonte de comédia para os adversários durante uma introdução de testes sob o comando do ex-técnico Russell Martin.
Ele abriu sua conta na primeira partida de Rohl na Premiership escocesa como técnico do Rangers contra o Kilmarnock, em outubro, mas só aumentou sua conta dois meses depois, um consolo pela derrota em Hearts, há duas semanas.
Seguiram-se partidas consecutivas contra Motherwell e St Mirren e, embora não tenha havido gols, teve melhores atuações e foi incluído no XI do Celtic Park mesmo com o retorno de Bojan Miovski ao time.
Mas numa primeira parte desconexa e irregular para o Rangers, Chermiti teve uma figura isolada, completando apenas três passes em 45 minutos, enquanto o Celtic dominava os homens de Rohl.
Porém, ao apito o atacante havia marcado dois gols, vencendo mais duelos e completando mais dribles do que qualquer outro jogador em campo.